Hoje proferi uma palestra para professores e professoras sobre o uso das tecnologias na educação. Foi muito produtiva. Público atento e participativo. Aplausos e agradecimentos. Sai da universidade contente.
Prazer é o sentido da vida. Aquela sensação gostosa de estar feliz, contente, satisfeito ou realizado. Não há nada além disso. Todo o resto é meio, é processo, é uma forma de atingir o prazer. Prazer de comer bem, de ser amado, de se sentir bonita, de não fazer nada, de cumprir uma meta, um objetivo. Prazer de jogar conversa fora com amigos, de pisar descalço na areia da praia, de tomar sorvete com 5 tipos de coberturas; de dormir a tarde toda, de fazer sexo no sofá da sala.
Tem gente que gosta de sofrer. Até sente prazer nisso. Não admite, mas gosta de sofrer. Enfim, prazer. Arruma encrenca com os outros, xinga, ofende, se maltrata, se priva de tudo o que eu escrevi no parágrafo acima. Reclama, mas no fundo, –lá no fundinho– gosta e, em última instãncia, busca o sofrimento que o enche de prazer. Vá entender!
Os momentos nos quais mais me aproximo do sentido da vida são justamente aqueles que me provocam prazer. É isso que me motiva. Quando fazemos o que fazemos com (e por prazer), vira sublime. Do sexo ao origami, do trabalho ao churrasco, o importante é ter prazer, não importa por onde!
Assim, caro leitor, seja lá o que você for fazer hoje, faça com prazer e aprecie desmoderadamente o teu momento.