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	<title>Comentários sobre Filosofias Cotidianas...</title>
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	<description>Percepções subjetivas capturadas e registradas!</description>
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		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por REMBRANDT DONIZETTE CASTRO</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-492</link>
		<dc:creator>REMBRANDT DONIZETTE CASTRO</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 15:57:48 +0000</pubDate>
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		<description>gostaria de responder ao Edmort
Se o Universo foi resultado de acaso, Deus não existe...; se não foi acaso, foi planejamento; se foi planejado, foi planejado por Alguém, ainda que este Alguém seja imcompreensível. Humildemente, digo não crer em outro caminho que a lógica possa seguir.
 Gostaria de dizer que é ótima esta troca de idéias. Para se chegar à verdade, é essencial convivermos com argumentos contrários. Gostaria de agradecer ao Michelson, ao Edmort e ao Fernando</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gostaria de responder ao Edmort<br />
Se o Universo foi resultado de acaso, Deus não existe&#8230;; se não foi acaso, foi planejamento; se foi planejado, foi planejado por Alguém, ainda que este Alguém seja imcompreensível. Humildemente, digo não crer em outro caminho que a lógica possa seguir.<br />
 Gostaria de dizer que é ótima esta troca de idéias. Para se chegar à verdade, é essencial convivermos com argumentos contrários. Gostaria de agradecer ao Michelson, ao Edmort e ao Fernando</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por REMBRANDT DONIZETTE CASTRO</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-491</link>
		<dc:creator>REMBRANDT DONIZETTE CASTRO</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Dec 2009 15:46:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://edmort.wordpress.com/?p=259#comment-491</guid>
		<description>Gostaria de fazer duas observações ao Fernando: o prefácio do livro de Copérnico não é de Copérnico, mas de um editor mal-intencionado, chamdo Andreas Hosiander. Se o prefácio tivesse sido elaborado pelo próprio Copérnico, talvez até o papa cresce no livro, haja vista ter o mesmo encomendado o estudo ao polonês.
  Galileu apenas descreveu o mundo real; nunca afirmou ver contradição entre ciência experimental e fé em Deus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de fazer duas observações ao Fernando: o prefácio do livro de Copérnico não é de Copérnico, mas de um editor mal-intencionado, chamdo Andreas Hosiander. Se o prefácio tivesse sido elaborado pelo próprio Copérnico, talvez até o papa cresce no livro, haja vista ter o mesmo encomendado o estudo ao polonês.<br />
  Galileu apenas descreveu o mundo real; nunca afirmou ver contradição entre ciência experimental e fé em Deus.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por rafael gimenes</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-490</link>
		<dc:creator>rafael gimenes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 10:59:34 +0000</pubDate>
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		<description>Interessante, quando posto no twitter que ia escrever sobre tal procurei me informar.
Vamos criar projetos, tux ribeirão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Interessante, quando posto no twitter que ia escrever sobre tal procurei me informar.<br />
Vamos criar projetos, tux ribeirão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por edmort</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-489</link>
		<dc:creator>edmort</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 14:53:57 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando, as vezes uso ateu por ser mais compreensível. O termo agnóstico causa confusão na sua interpretação. O fato é que eu não creio em divindades antropomórficas, conscientes e desejosas de controlar a vida dos outros (por isso ateu). Se há alguma coisa superior, não é um ser tal qual a nossa limitada mente humana consegue projetar (e nesse sentido, o agnóstico, não é possível compreender!). Os teóricos subdividem o ateísmo em fraco e forte devido, respectivamente, a possibilidade deste resultar do agnostícismo (meu caso) ou do ceticismo. 

Quanto ao seu comentário ao Michelson, fique à vontade, o blog é meu e aqui mando eu! A propósito, muito boa a sua colocação, vejamos se o Michelson se presta a responder.

Abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando, as vezes uso ateu por ser mais compreensível. O termo agnóstico causa confusão na sua interpretação. O fato é que eu não creio em divindades antropomórficas, conscientes e desejosas de controlar a vida dos outros (por isso ateu). Se há alguma coisa superior, não é um ser tal qual a nossa limitada mente humana consegue projetar (e nesse sentido, o agnóstico, não é possível compreender!). Os teóricos subdividem o ateísmo em fraco e forte devido, respectivamente, a possibilidade deste resultar do agnostícismo (meu caso) ou do ceticismo. </p>
<p>Quanto ao seu comentário ao Michelson, fique à vontade, o blog é meu e aqui mando eu! A propósito, muito boa a sua colocação, vejamos se o Michelson se presta a responder.</p>
<p>Abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por Fernando</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-488</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 06:53:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://edmort.wordpress.com/?p=259#comment-488</guid>
		<description>Antes de tudo, gostaria de agradecer pelo texto. 
Lamento se faço isso depois de questionar outro comentário, não sei se há mal nisso. Blogs são uma novidade para mim e desconheço as &quot;normas de conduta&quot;, caso existam. 
Não deixei de reparar numa &quot;pequena&quot; mudança: em 30/05/2008 se declarou agnóstico; em 26/11/2009 se declarou ateu. Será 2010 o ano da  conversão? (Brincadeira...heheheh.)
Sobre o texto: gostei da diferenciação entre o conhecimento (mito)religioso e o conhecimento (mito) científico. O pouco que sei sobre mito é que ele mistura verdades e lendas para tentar explicar o mundo que percebemos. Isso é correto?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tudo, gostaria de agradecer pelo texto.<br />
Lamento se faço isso depois de questionar outro comentário, não sei se há mal nisso. Blogs são uma novidade para mim e desconheço as &#8220;normas de conduta&#8221;, caso existam.<br />
Não deixei de reparar numa &#8220;pequena&#8221; mudança: em 30/05/2008 se declarou agnóstico; em 26/11/2009 se declarou ateu. Será 2010 o ano da  conversão? (Brincadeira&#8230;heheheh.)<br />
Sobre o texto: gostei da diferenciação entre o conhecimento (mito)religioso e o conhecimento (mito) científico. O pouco que sei sobre mito é que ele mistura verdades e lendas para tentar explicar o mundo que percebemos. Isso é correto?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por Fernando</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-487</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 05:32:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://edmort.wordpress.com/?p=259#comment-487</guid>
		<description>Michelson Borges, por favor me diga, você acha de Galileu QUASE foi pra fogueira da Inquisição por &quot;não ver contradição entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã&quot;? 
Você acha que Nicolau Copérnico, padre do século XVI, iniciou sua obra com &quot;Prefácio e Dedicatória ao Papa Paulo III&quot;, tomando o máximo dos cuidados em classificar suas observações como HIPÓTESES, apesar das medidas, por &quot;não ver contradição entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã&quot;? Ele tinha muito MEDO de ser perseguido pela Inquisição, e com conhecimento de causa, pois era membro da Igreja. Tinha medo pois sabia que eram contraditórios o conhecimento dogmático da época e a observação mais refinada da realidade.
Não entendo como quer criar essa tal ausência de contradição com tais exemplos. Por favor, esclareça.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Michelson Borges, por favor me diga, você acha de Galileu QUASE foi pra fogueira da Inquisição por &#8220;não ver contradição entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã&#8221;?<br />
Você acha que Nicolau Copérnico, padre do século XVI, iniciou sua obra com &#8220;Prefácio e Dedicatória ao Papa Paulo III&#8221;, tomando o máximo dos cuidados em classificar suas observações como HIPÓTESES, apesar das medidas, por &#8220;não ver contradição entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã&#8221;? Ele tinha muito MEDO de ser perseguido pela Inquisição, e com conhecimento de causa, pois era membro da Igreja. Tinha medo pois sabia que eram contraditórios o conhecimento dogmático da época e a observação mais refinada da realidade.<br />
Não entendo como quer criar essa tal ausência de contradição com tais exemplos. Por favor, esclareça.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por edmort</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-486</link>
		<dc:creator>edmort</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:41:35 +0000</pubDate>
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		<description>Michelson Borges, diga ai:

Quem criou o criador? Quem criou deus?

Se deus pode &quot;não ser criado&quot;, por que raios o restante precisa de um criador?

Continuamos na fé em um mito, o de que todas as coisas precisam de uma causa original... (exceto deus, para os crentes!)

[]&#039;s</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Michelson Borges, diga ai:</p>
<p>Quem criou o criador? Quem criou deus?</p>
<p>Se deus pode &#8220;não ser criado&#8221;, por que raios o restante precisa de um criador?</p>
<p>Continuamos na fé em um mito, o de que todas as coisas precisam de uma causa original&#8230; (exceto deus, para os crentes!)</p>
<p>[]&#8217;s</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por Michelson Borges</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-484</link>
		<dc:creator>Michelson Borges</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:40:22 +0000</pubDate>
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		<description>Abandonei a ideia da macroevolução e o naturalismo filosófico quando estudava no curso técnico de química. Sempre fui amante da ciência e, por isso, naturalmente cético. Quando soube que o darwinismo tinha graves insuficiências epistêmicas, passei a estudar o assunto mais a fundo. Deparei-me com o argumento da complexidade irredutível, de Michael Behe, e com a tremenda dificuldade que o darwinismo tem em explicar a origem da informação complexa e específica. De onde surgiu a informação genética necessária para fazer funcionar a primeira célula? De onde proveio o acréscimo de informação necessária para dar origem a novos planos corporais e às melhorias biológicas? O passo seguinte foi buscar um modelo que me fornecesse respostas ao enigma do código sem o codificador, do design sem o designer, da informação sem a fonte de informações. À semelhança do maior ateu do século vinte, Anthony Flew, fiquei aturdido com a complexidade física do Universo e com a complexidade integrada da vida, constatações que o fizeram escrever o livro Um Ateu Garante: Deus Existe. Nessas pesquisas, descobri que o criacionismo é a associação coerente e sustentável entre conhecimento científico e teologia bíblica. E me descobri em boa companhia ao saber que grandes cientistas como Galileu, Copérnico, Newton, Pascal, Pasteur e outros não viam contradição entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã. Usei meu ceticismo, fui atrás das evidências - levassem aonde levassem - e me surpreendi com uma interpretação simples e não anticientífica para as origens. Resultado? Tornei-me criacionista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Abandonei a ideia da macroevolução e o naturalismo filosófico quando estudava no curso técnico de química. Sempre fui amante da ciência e, por isso, naturalmente cético. Quando soube que o darwinismo tinha graves insuficiências epistêmicas, passei a estudar o assunto mais a fundo. Deparei-me com o argumento da complexidade irredutível, de Michael Behe, e com a tremenda dificuldade que o darwinismo tem em explicar a origem da informação complexa e específica. De onde surgiu a informação genética necessária para fazer funcionar a primeira célula? De onde proveio o acréscimo de informação necessária para dar origem a novos planos corporais e às melhorias biológicas? O passo seguinte foi buscar um modelo que me fornecesse respostas ao enigma do código sem o codificador, do design sem o designer, da informação sem a fonte de informações. À semelhança do maior ateu do século vinte, Anthony Flew, fiquei aturdido com a complexidade física do Universo e com a complexidade integrada da vida, constatações que o fizeram escrever o livro Um Ateu Garante: Deus Existe. Nessas pesquisas, descobri que o criacionismo é a associação coerente e sustentável entre conhecimento científico e teologia bíblica. E me descobri em boa companhia ao saber que grandes cientistas como Galileu, Copérnico, Newton, Pascal, Pasteur e outros não viam contradição entre a ciência experimental e a teologia judaico-cristã. Usei meu ceticismo, fui atrás das evidências &#8211; levassem aonde levassem &#8211; e me surpreendi com uma interpretação simples e não anticientífica para as origens. Resultado? Tornei-me criacionista.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Criacionismo&#8230; por Tiago Gigli</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2009/11/26/criacionismo/#comment-483</link>
		<dc:creator>Tiago Gigli</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:54:56 +0000</pubDate>
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		<description>Excelente, especialmente a opção de preferir os mitos científicos porque estes adaptam-se as novas descobertas enquanto a religião jamais muda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente, especialmente a opção de preferir os mitos científicos porque estes adaptam-se as novas descobertas enquanto a religião jamais muda.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Agnóstico?! por Fernando</title>
		<link>http://edmort.wordpress.com/2008/05/30/agnostico/#comment-482</link>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:06:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://edmort.wordpress.com/?p=126#comment-482</guid>
		<description>Gostei do texto!
Foi esclarecedor a diferença entre agnóstico e ateu.
Também não acredito em dogmas. Apesar de minha esposa sempre me classificar como ateu, não nego a existência de Deus. Me é muito menos aceitável a inexistência de causa que qualquer outra tentativa de explicar a origem do universo, a criação humana, seja ela qual for (Deus, Big Bang, evolução ou criacionismo). Não vejo lógica em acreditar que simplesmente “aparecemos”, que os planetas “sabem” por onde devem ir, ou que hajam respostas “fáceis e prontas”, leia-se dogmas, para tais perguntas. Assim, até que se encontre melhor explicação, aceito a existência divina.
Se nos aproximarmos de “fronteiras de conhecimento”, por exemplo, na física (minha área de formação), fica difícil acreditar em coincidências observando a precisão nos movimentos planetários, ou das estrelas/galáxias, e que as coisas se “encaixam” tão bem por mera “coincidência”, sem alguma origem planejada. “Deus não joga dados” - Einstein.
Observando eventos do cotidiano, podemos até duvidar da existência Dele, mas acho que Sua ironia é inegável. (Ironia = inteligência + bom humor)
Não pretendo mudar a visão de mundo de ninguém. Quero apenas trocar impressões pessoais sobre como podemos perceber a origem das coisas.
Se possível, gostaria que você escrevesse sobre a teoria criacionista. 
Minha opinião a respeito é a seguinte: Sendo o relato do Gênese uma visão dogmática da origem do universo/mundo, e a teoria criacionista uma tentativa de explicar “cientificamente” tal visão dogmática, ela é uma teoria sem função, pois tenta explicar algo que não precisa de explicação, afinal, é um dogma. Se alguém acredita em tal dogma, ele não o questiona. Se alguém o questiona, ele não acredita em tal dogma. Resumidamente, esta é a idéia.

Beijo e, se quiser, me liga. Hehehe.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do texto!<br />
Foi esclarecedor a diferença entre agnóstico e ateu.<br />
Também não acredito em dogmas. Apesar de minha esposa sempre me classificar como ateu, não nego a existência de Deus. Me é muito menos aceitável a inexistência de causa que qualquer outra tentativa de explicar a origem do universo, a criação humana, seja ela qual for (Deus, Big Bang, evolução ou criacionismo). Não vejo lógica em acreditar que simplesmente “aparecemos”, que os planetas “sabem” por onde devem ir, ou que hajam respostas “fáceis e prontas”, leia-se dogmas, para tais perguntas. Assim, até que se encontre melhor explicação, aceito a existência divina.<br />
Se nos aproximarmos de “fronteiras de conhecimento”, por exemplo, na física (minha área de formação), fica difícil acreditar em coincidências observando a precisão nos movimentos planetários, ou das estrelas/galáxias, e que as coisas se “encaixam” tão bem por mera “coincidência”, sem alguma origem planejada. “Deus não joga dados” &#8211; Einstein.<br />
Observando eventos do cotidiano, podemos até duvidar da existência Dele, mas acho que Sua ironia é inegável. (Ironia = inteligência + bom humor)<br />
Não pretendo mudar a visão de mundo de ninguém. Quero apenas trocar impressões pessoais sobre como podemos perceber a origem das coisas.<br />
Se possível, gostaria que você escrevesse sobre a teoria criacionista.<br />
Minha opinião a respeito é a seguinte: Sendo o relato do Gênese uma visão dogmática da origem do universo/mundo, e a teoria criacionista uma tentativa de explicar “cientificamente” tal visão dogmática, ela é uma teoria sem função, pois tenta explicar algo que não precisa de explicação, afinal, é um dogma. Se alguém acredita em tal dogma, ele não o questiona. Se alguém o questiona, ele não acredita em tal dogma. Resumidamente, esta é a idéia.</p>
<p>Beijo e, se quiser, me liga. Hehehe.</p>
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