\o/ EdMuerte
\o/ EdMuerte
Atendendo ao pedido do Reche…
A primeira vez que dei aulas para o curso técnico em informática, no ensino médio, foi em 03/05/1996. Eu já havia lecionado em cursos livres e treinamentos antes disso, mas o ensino médio era uma novidade, embora eu já contasse com a bagagem teórica da licenciatura em letras e uns bons anos camelando na informática, ainda ssim, eu senti um nó no estômago.
Uma semana antes, quando fui contratado, o coordenador do curso me alertou que a classe que eu iria assumir, um terceiro ano, já havia deposto dois professores. A disciplina era VisualBaisc 3.0 (sim, no Windows 3.11) e os alunos estavam espumando pela boca…
Entrei na sala, me apresentei e escrevi na lousa: calendário. Vamos fazer um calendário. Os olhares dos alunos eram de desconfiança. “Fala sério professor, calendário?! Coisa mais boba…”, disse um aluno. Depois de uns 3 ou 4 minutos de polvorosa, eu disse: “Ok, já que é fácil, façam ai o calendário de março de 2010″. O silêncio foi total. Uma aluna levantou a mão e disse: “Como a gente vai saber isso?”
Naquela noite, expliquei como se utilizava o cálculo do ano juliano, com suas regras para anos bissextos e tudo mais, para elaboração de calendários para qualquer ano. Fomos ao laboratório e desenvolvemos o algoritmo, interface e ao final daquele mês, o VBCalendar 1.0 (com controle de feriados e anos bissextos) era o orgulho da classe. Naquele ano, fizemos mais 4 ou 5 projetos e, na formatura, ganhei uma xícara com meu nome escrito de presente dessa turma.
Semana passada, andando pelos corredores de um dos meus locais de trabalho, encontrei um ex-aluno, daquela minha primeira turma, que me reconheceu e disse: “ô professor, o calendário!!!”, nos cumprimentamos, falamos um pouco sobre a vida desde então e cada um de nós seguiu seu caminho. O que me marcou nesse reencontro foi “o calendário”.
Um sabor de missão cumprida se fez sentir.
Ocasionalmente me pego em questionamentos típicos, pelo menos penso que sejam típicos nas outras pessoas também, como qual o sentido de tudo isso? E, por tudo isso, quero dizer a vida em si.
Na maior pate do tempo acredito que eu esteja no comando desta nau, mas… e sempre tem um mas, por vezes me parece que apenas sigo o sabor do vento ou as rotas das correntes oceânicas. Enfim, e sem metáforas (preciso parar de assistir House M.D.), as vezes me parece que não controlo nada nisso que chamamos vida.
Quando nos perguntamos qual o sentido da vida, talvez fosse melhor perguntar se ela precisa de um sentido. Eu já superei a necessidade dos mitos, assim, os caprichos divinos de algum deus, deusa ou deuses não me assombram. A vida é algo maior que as fantasias que os homens criam para explicá-la e não vejo a menor necessidade de delegar aquilo que eu não compreendo a uma entidade imaginária (e se o fosse fazer, escolheria algo mais divertido que um deus barbudo e rabugento que clama por atenção, talvez o Garfield seja mais legal para esse propósito).
A necessidade de dar sentido às coisas, por vezes, beira ao absurdo. Hoje, ao passar por um corredor em um dos meus locias de trabalho, corredor este que termina um vão bastante baixo para o meu padrão de altura, um vão de cerca de 1,70m. Com meus 1,90m, sempre tenho que abaixar minha cabeça e curvar um pouco o tronco para passar por esse vão. Bom, eis que hoje ao fazer esse movimento de me abaixar, ouvi uma pessoa, que vinha atrás de mim, dizer: “deus sempre dá um jeito de nos fazer curva diante dele”… Juro, eu repirei fundo, contei até 5, e continuei andando sem dar atenção ao estapafúrdio comentário. Mas isso ficou na minha cabeça…
Oras, um suposto deus precisou, de alguma forma, que houvesse um vão de porta menor que a minha estatura para que eu me curvasse?! E, ainda supostamente, ele deveria estar lá à espreita, para me ver fazer isso e, na sua santa megalomania, crer que eu me curvei “para ele”? Rapaz, a necessidade de dar sentido às coisas na mente de pessoas como a dona do brilhante comentário me espanta. Imaginar que a arquitetura do edifício todo foi orientado para que os que passam por aquele corredor “curven-se ao todo poderoso deus” é um sacrossanto chute-no-saco. Sem contar que, esse estratagema divino isenta da “curvatura” os de estarura abaixo dos 1,70m! Vá entender…
Voltemos ao sentido da vida, ou a sua falta de… eu dizia que em alguns momentos, penso que não tenho o controle, na verdade, é mais uma ausência de controle deliberada, algo do tipo “que vá… veremos no que dá!” Assim, não se trata de uma impotência frente à vida, mas um displicência em relação a ela. Ei, displicência é um bom termo, mas creio que o que eu quero dizer é que certas vezes, me sinto não levando a vida muito a sério.
Quando atribuímos à vida um sentido categórico, viver se torna um fardo. Se não atribuímos sentido algum, viver se torna desnecessário, e não é disto que eu estou falando. Não creio que a vida não mereça ser vivida, apenas penso que, dentre as formas de vivê-la, aquela que não espera dela grandes significados é a que, no final das contas, te dá maior satisfação (mas não o seu dinheiro de volta!)
Esperar grandes significados da vida é sofrer. Eu não estou neste mundo para ser um messias, herói ou o salvador da pátria. Não espero salvar as baleias ou a camada de ozônio. A vida flui apesar de tudo. Não estou aqui dizendo que devemos então matar baleias ou usar CFC até o planeta virar um microondas… só creio que não exista um propósito maior na vida humana que o dos extintos dinossauros. É triste, mas apesar do inúmeros sentidos que possamos dar à vida, um belo dia ela acaba e “babau”, já era.
Simples demais? Pode ser, mas eu vivo bem assim.
Defendi minha dissertação de mestrado. Sou mestre!
Mas, como cantava Raul…
Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto “e daí?”
Eu tenho uma porção
De coisas grandes prá conquistar
E eu não posso ficar aí parado…
2009 logo vem… novos projetos, velhos amigos e muita diversão!
Ainda é novembro e os enfeites natalinos já começam a aparecer, indícios de que mais um ano finda. O tempo é algo, por natureza, filosoficamente intrigante. Não é fácil definir o tempo e eu não vou tentar fazê-lo aqui. Hoje eu quero falar sobre nada em específico!
Twitter, coisinha paradoxalmente mais inútil e útil que há no momento. Eu viveria muito bem sem ele, mas já que ele existe, por que não usar? Armadilha do sistema… essa pretensa liberdade de escolha esconde os grilhões da caverna digital…
Estética. Preciso perder peso… pela saúde. Mas ao perdê-los, serei acusado de o tê-lo feito pela estética. Preciso malhar, pois o tempo, aquele carinha do primeiro parágrafo, anda a me cansar… subir escadas, meu exercício diário e intríseco a infraestrutura dos meus loci laborali, anda a castigar minha musculatura genuflexora. O sistema disse que eu preciso de exercícios, assim meus senhores feudais não precisam arcar com encargos trabalhistas…
Rock and Roll. Ando velho para o novo. O rock atual não me apetece, prefiro o cheiro de nafitalina das cantigas barulhentas da minha tenra adolescência. O pouco de novo que ouço, o faço pela pitada de velho que neles se põe…
Dexter é o máximo. Começo a simpatizar-me com pensamentos psicopáticos. A complexidade da mente de um assassino, contido por um código de conduta, não deixa de ser apaixonante. Moralmente ninguém há de admitir tal interesse, mas não somos todos, em algum nível, imorais? Eis a beleza da filosofia, posso especular a morte, o assassínio, a psicopatia sem dilemas morais. Não desejo matar outro ser humano, mas entender esse ato para além dos ditâmes do sistema espeta minha mente!
Projetos. Se há um segredo a ser desvelado sobre a vida, isso é algo que tem haver com projetos. Sem projetos, sem vida. Desde coisas bobas como um churras no sítio do Gustavo aos planos para o doutoramento, projetos são a essência da vida. Uma vida sem projetos é uma vida oca…
Diplomacia. Relacionamentos são a arte da diplomacia, isso basta para este parágrafo.
Tolerância zero. Ando intolerante com meus alunos e alunas. Bando de vagabundos, querem fazer da lei do mínimo esforço a única lei. Eu sei, vítimas do sistema, e olha que eu sou parte desse sistema. No despraiado, levei meu físico aos limites da falência multipla de órgãos. Nas salas de aula, aplico o método Conan-MacGiver-Rambo-Copinho-de-folha-de-bananeira, pois a vida não é para os fracos! Mas semestre que vem serei bonzinnho, senão o sistema me ejeta e, como diriam as velhas virgens, eu não preciso de muito dinheiro, mas eu preciso muito de dinheiro pra torrar…
Este parágrafo finaliza este post. Até mais!
As tecnologias da informação transformaram de forma substancial a vida das pessoas. O avanço tecnológico promoveu a interatividade a um novo patamar. Hoje contamos com celulares, emails, blogs, sites de relacionamento e uma infinidade de coisinhas novas aparecem a cada dia.
No Brasil, há cerca de 15 milhões de usuários da internet. Nos EUA são 153 milhões e na China 86 milhões. Ao todo, somos 747 milhões ao redor do globo. Números bonitos que revelam que a internet é para poucos. E para aqueles que preferem de dizer que o “copo está meio cheio”, à merda.
Menos de 15% da população mundial tem acesso à internet. No Brasil, menos de 10% surfam nas ondas da internet. Tecnologias da informação? Ilusão… mais de 5 bilhões de pessoas no planeta vivem suas vidas ignorando a grande rede. Em terras tupiniquins, cerca de 165 milhões de pessoas até sabem que a tal internet existe… assim como também sabem que Ferraris existem! E dai?
Sou um privilegiado. Estou on-line desde os bons tempos do video-texto. Este apelido “EdMort” (EdMorte, com “e” na verdade, mas algum FDP cadastrou ele antes no wordpress!) surgiu num terninal de video-texto no aeroporto de Congonhas em 1988!
Mas confesso, ando com o saco cheio de tudo isso… às vezes penso em suicídio. Calma, suicídio digital!
Por que eu preciso de Orkut, email, msn, twitter, blog e o que mais vier? Seria o fim do mundo se, ao me perguntarem meu email, eu respondesse: não tenho! 165 milhões de brasileiros não tem! 5 bilhões de seres humanos não tem email. Há algo de muito errado nisso, diriam uns, temos que dar emails e acesso a internet a todos! Inclusão digital! Será?
Eu penso em matar o meu eu digital! Deletar orkut, emails, msn, twitter, blog… jogar fora o celular e manter o bom e velho telefone fixo, aquele de disco…
Assim, se algum dia você perceber que o meu eu digital sumiu, não se assuste… estarei em casa, tomando uma cerveja e terei outra na geladeira a sua espera!
Eloá, quanta comoção! Como explicar o sentido de tamanha tragédia? Minha opinião? Nada. Não há o quê explicar… nós, humanos ridículos limitados e que só usam dez porcento de suas cabeças animais, é que damos sentido às coisas. O sentido não existe para fora de nossas mentes. Assim, nossas mentes mentem para forjar um sentido. Mas a verdade é que morremos. Em alguns casos, de forma muito besta, como uma amigo de colégio que caiu da bicicleta ao desviar de uma velhinha, bateu a cabeça na guia e morreu. Puta morte besta, pensei eu naquela época. Outras vezes, morre-se tragicamente, seja num tissunami, num acidente de avião, seja num assassinato… qual o sentido disso? Nenhum. Como diz o dito estadounidense: shits happens!
Mas a massa precisa do ópio. É necessário fazer sentido… e cada um dá o sentido que mais lhe faz sentido! Foi vontade de Deus. Destino, estava escrito no mapa astral. Karma… podemos inventar o sentido que for, mas no fundo, nada explica o porquê de coisas como essas.
Se Eloá tivesse morrido ao cair da bicicleta, como meu amigo, ela continuaria a ser a ilustre desconhecida que foi durante 15 anos… mas ainda assim, sua morte continuaria sem sentido. Uma puta morte besta!
É, eu sei. É duro viver sem dar sentido às coisas. Eu mesmo não abro mão a esse entorpecente mental, apenas busco o sentido em outras searas… a diferenças, talvez, é que eu minto a mim mesmo consciente. O sentido que eu dou para o que não faz sentido para mim é um placebo. Funciona na maior parte das vezes… mas no fundo, não me iludo. Não faz sentido.
Olhou ao redor. O quarto recebia os primeiros raios de sol naquela fria manhã de inverno. No canto, próximo à cama, o corpo amarrado tremia silenciosamente. No ar, o cheiro de lavanda espalhava-se preguiçosamente. No chão, os cacos do frasco ainda tilintavam. Voltou-se para ela. O tremor agora era imperceptível. Abaixou-se lentamente, descobriu-lhe os cabelos da face. Os olhos marejados refletiam o pavor daquela imagem… “Tenha uma boa morte”, foram as últimas palavras que reverberaram naquele quarto. Enquanto descia as escadas, pode ouvir os gemidos abafados pela mordaça. Ao dobrar a esquina, virou-se. A coluna de fumaça já se fazia ver. Ouviu latidos. O cheiro de carne assada já se fazia sentir.
Dia desses, conversando com um professor da área de finanças e funcionário de alto-escalão de um dos maiores bancos privados do pais, o Cobol veio à tona.
Os grandes bancos ainda hoje mantêm seus sistemas principais em Cobol. Os mainframes convivem com aplicações escritas há 30 anos e com códigos-fontes novinhos em folha, tudo em Cobol.
Por que razão o Cobol não perdeu lugar para a torre de babel das linguagens “top” de hoje em dia? Simples! O primeiro argumento é auto-explicativo: funciona. Qual a vantagem de reescrever uma aplicação Cobol em Java? Mainframes não ficam obsoletos na mesma velocidade que um PC. Mas o segundo argumento, dado pelo professor citado acima, é mais interessante. Cobol é mais seguro. Oras, você conhece algum adolescente “hacker” que saiba Cobol? Conheço vários que são áses em Java, SQL-Injection, TCP-IP e tals… mas diante de um belíssimo fonte em Cobol e de sua estrutura de arquivos, não passam de ilustres ignorantes.
Eu programei em Cobol. Aprendi quando cursava o Técnico em Processamento de Dados. Durante essa conversa sobre Cobol, comecei a sentir uma certa nostalgia do “Cobolão”… quem sabe, uma hora dessas eu baixe o MS-Cobol 4.5 de um desses sites de abandomware e coloco uma máquina virtual com o MS-DOS para matar as saudades das DIVISIONS do Cobol!
Outra linguagem que ainda sobrevive no mainstream da informática é o DataFlex. Sensacional, de longe a melhor linguagem de programação com qual já trabalhei. Goza do mesmo privilégio do Cobol, ou quase. Jurássica, mas funciona. Clipper? Pulei essa fase, mas tô cansando de ver sistemas em Clipper rodando ainda em muitos lugares…
Bom, tenho certeza que depois de codificar 20 linhas em Cobol, minha saudade passará e voltarei ao meu dia-a-dia… pelo menos até o próximo ataque de nostalgia. Ah… GW-Baisc!! Uh…
1989, eu tinha 16 anos e ler não era muito a minha praia… nessa época o Heavy Metal ocupava grand parte do meu universo de interesses. Até que um dia, visitando uma livraria (nem me lembro o motivo), encontrei um livro que me chamou a atenção: Drácula, de Bram Stoker. Num ato ainda incompreensível, comprei o livro. É certo que nessa época eu curtia coisas relacionadas a Demônios e o Inferno… mais por influência do próprio Heavy Metal e por uma certa aversão aos temas divinos dado os 10 anos estudando em um colégio católico. O fato é que Drácula nada tinha de demoníaco. A obra, um clássico da literatura de língua inglesa, era narrada nos diários das personagens. Um romance no qual as fragilidades da vida humana, seus medos, suas fraquezas eram o pano de fundo para uma estória empolgante. Li Drácula em 10 ou 12 dias, algo supreendente para mim naquela época.
Em seguida, veio a fase Paulo Coelho. Sim, eu li Diário de um Mago e fiquei alucinado. Não pela qualidade do texto, que na época era o que menos importava para mim, mas pelo tema. Sim, embora Drácula não fosse o que eu esperava em termos de contato com as forças ocultas (e apesar de ter adorado o livro), Paulo Coelho também não falava sobre Demônios. Não da forma que eu queria saber, mas também produziu um efeito interessante. Diário de um Mago eu li em 5 dias. O Alquimista, sua obra posterior, li em um dia. Sim, um dia. E eu tinha 16 anos. Brida? Um dia. Fiquei viciado em ler.
Mas o interesse pelo demoníaco foi se perdendo. Os assuntos que surgiam das leituras me levaram a outras esferas. Sempre ligadas ao fantástico, conheci o Sr. J. J. Benitez. Operação Cavalo de Tróia, os 4 primeiros da série, li em questão de um mês. Logo veio Rebelião de Lúcifer, uma semana e estava lido. Na espera por novos volumes da série Cavalo de Tróia, li tudo o que pude comprar do J. J., uns 15 livros (que ainda estão na minha estante). Sempre que saia algo novo do Benitez, eu comprava e lia em uma semana. Nessas alturas, eu já tinha 19 anos.
Edgar Allan Poe, meu xará, despertou novamente o interesse pelo nefasto. ledo engado, o nefasto era sempre pano de fundo. A complexidade da vida humana em Poe é visceral. Devorei Poe. Na faculdade, Shakespeare, Oscar Wilde, George Orwell, Aldouls Huxley, Hernest Hemingway… e Poe, novamente o Poe. Li todos sem dó. Literatura Inglesa e Norte-Americana foi a única matéria na qual eu tive 10 em todos os semestres.
Um dia, o fantástico, o sobrenatural já não me despertava interesse. Não, pelo menos, no que se relacionava com o nefasto. Deixei os demônios de lado pois descobri, na época, algo que deixava Deus e o Capeta no chinelo. Física Quântica. O contato com Fritjof Capra foi avassalador. Passe a ler tudo sobre o maravilhoso mundo dos quantas. Vieram Goswami, Gleiser, Sagan, Greene… teoria das cordas se altenavam com contos de Poe, Veríssimo. Nesse ponto, eu já estava com 25 anos e lia dois ou três livros alternados. A biblioteca já começava a demandar espaço.
Dai veio a filosofia. E com a filosofia, os assuntos perderam os limites… Rawls tornou-se tema de estudo no Mestrado e todos os demais filósofos me acompanham até hoje. Mas a filosofia não tirou lugar de ninguém. Os mistérios da física quântica, a beleza de Shakespeare, o sombrio de Poe e o fantástico de J. J. ainda dançam ao meu lado. Apenas Paulo Coelho perdeu a vez…
Não foi por preconceito, apenas, como o jovem Santiago (de O Alquimista), minhas leituras não poderiam ficar “na loja de cristais a vida toda”!!!
Thanks Mr. Coelho.